sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Simon and Garfunkel

Dou a vocês três bons motivos para ouvirem em suas vidas, pelo menos uma vez, um disco da imortal dupla americana de folk, Simon and Garfunkel.
Sim, Paul Simon e Art Garfunkel. Doces nos arranjos, nas vozes, nas melodias e na inteligentíssima escolha do repertório.
Eu disse. São pelo menos três bons motivos:
1. The Sound of Silence. Essa é pra arrebentar. Fez parte da trilha sonora do fabuloso "A Primeira Noite de um Homem" (título original: "Graduate"); filme que revelou ao mundo o talento consistente de Dustin Hoffman. Mas o caso aqui é outro. Falo de Paul e Art. Falo de Simon e Garfunkel. Então comece com Sound of Silence. Mas é só o começo...
2. The Boxer. Preferencialmente a versão gravada ao vivo no místico show realizado no Central Park de NY, na década de 70. The Boxer resume, em muito, a capacidade da dupla de expressar sentimentos através de arredondados arranjos vocais.
Tem mais.
3. America. Um hino. Sem ufanismo nenhum posso dizer. Um hino. Me despindo de todo o verde-oliva que ainda habita minhas hemáceas, posso dizer...America é um hino. E hinos pertencem ao mundo, não cabem nos limites idiotas da geo-política.

Amigos, se depois de ouvirem essas três músicas, vocês não sentirem uma necessidade incontrolável de comprar, pelo menos, um disquinho da dupla...por favor me digam, e me passem vossos endereços...pois irei pessoalmente encher a cara de vocês de bolachas !
Maria, maizena, mabel...é só escolher.

Vamos ouvindo e em frente !

GM

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Não se deixe manipular

Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular ! Não se deixe manipular !

Mesmo !

Vamos em frente !

GM

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Playing for Change

Foi meu amigo JP que me deu a dica. Trouxe a minha vista um CD e um DVD, ambos azuis, com imagens bem montadas na capa, uma logo mais ou menos simétrica e um nome que remete: Playing for Change.
Assistimos a um clip lindamente produzido pelo técnico de som Mark Johson, aliás, criador do conceito do movimento (sim...é um movimento !); o clip era uma colagem de filmes de músicos de rua interpretando Stand By Me, clássico eterno de B.E. King (não confundir com BB King), nos mais diversos arranjos.
Vozes roucas. Arranjos simples. Muita sofisticação cool. Energia verdadeira. Fiquei intensamente emocionado. Músicos de vários países, inclusive o Brasil, deram a sua contribuição. O resultado é uma colagem inédita, linda e obrigatória para quem gosta um pouquinho de música.
Caso não queira comprar o material, vá até o site http://www.playingforchange.com/ e emocione-se.
É um movimento simples e puro, que pretende levar a paz as pessoas através da música.
Junte-se a nós e vamos em frente !

GM

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Insight

" Quanto mais eu trabalho, mas sorte eu tenho. "

Bernardo Goldfarb

domingo, 11 de outubro de 2009

Sem Vestígios

Eu já era fã de Diane Lane bem antes de seus amassos com Richard Gere, em "Infidelidade". Bem antes disso, já era fiel devoto de seu charme e de suas curvas maduras.
Até mesmo quando, na pele de uma escritora deprê, bem no meio de um lapso criativo, foi esbanjar seus dotes na Toscana italiana. Que cardápio !
Meio que ao acaso, minha mulher trouxe para assistirmos mais um trabalho incrível dessa atriz que se recusa a envelhecer. Desta vez, vivendo a solidão de uma agente do FBI, viúva, e que tem por companhia a tela e o vazio do computador, ela se especializa no uso das mais infernais tecnologias e se torna uma expert em buscar bandidos, larápios e tarados na WEB.

O filme é 100% Holywood, portanto, baixe a guarda e relaxa. "Sem Vestígios" é daqueles filmes que beberam na fonte de alguns clássicos ("O Silêncio dos Inocentes"), que apresenta um elenco bastante razoável e baixo orçamento de execução.

Não, não é mais um blockbuster , mas serve, e muito bem, para preencher um tarde preguiçosa e chuvosa, na companhia de uma bela dama, preferencialmente que não demonstre ciúmes da formidável Lane e que aceite ser embalada belas névoas de um bom tinto.

Vamos em frente !

GM

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A escuridão das mentes pequenas

Não há nada mais triste do que uma mulher sem caráter !

Estou vivo, desgraçados...estou vivo !

Peço licença a Steve McQueen...e sigo em frente !

GM

domingo, 4 de outubro de 2009

Eu ontem ouvi o futuro...

E seu nome é Jason Mraz.

Está tudo lá: o jazz, o R & B, o soul, a música latina e o pop.

É como se ele colocasse tudo num pote só, e misturasse bem até os ouvidos derreterem.
Metais, coros, cordas, boas bases de guitarra, uma voz doce e na medida do que se pode, arranjos modernos e que cabem em nós mesmos.
Ouça I'm Yours...é muito marcante. No começo o mix de voz e base latina te arrepia...dá vontade de sair pulando e gritando.
É um belíssimo disco. Se chama We sing, we dance, we steal things. Não há nada mais marcante em termos de sonoridade, que eu tenha tido conhecimento, lançado nos últimos dois anos.
É simples e sofisticado. Uma mistura de G.Love, Jack Johnson, Beatles e gospel/soul music.
É novo. Vai além do fusion. Você vai ter que descobir sozinho. Me faltam palavras.

GM